Misto de seção de cartas, livro de recordações, agenda,
diário, mural de recados, livro-caixa, manual do escoteiro, guia de viagem, lista de compras,
bloco de anotações, caderninho de telefones.
1. Qualquer programa, quando começa a funcionar, já está
obsoleto.
2. Qualquer upgrade custa mais e leva mais tempo para aprender.
3. Se um programa é útil, deve receber upgrade.
4. Se um programa é inútil, tem que receber upgrade.
5. Qualquer programa se expandirá até ocupar toda a memória disponível e congelar.
6. A complexidade do programa cresce até exceder a competência do programador.
Arthur Bloch, A Completa Lei de Murphy
Enquanto uns desesperam-se por ser iguais e adotam
incondicionalmente linguagens e costumes tirados de um modelo único e predominante, em Portugal
um sítio tem feito o oposto. Nadando desde 1998 contra a corrente da perda de identidade
mundial, o Vidas Lusófonas caracteriza-se por narrar, como o próprio nome já diz, a vida
de personalidades nascidas em países de língua portuguesa que destacaram-se na história do
mundo.
Não se trata, no entanto, de um simples manual de história, onde
as regras da didática levam a um rigor narrativo e a um resumo de
datas e fatos bibliográficos. Adotando normas estilísticas próprias
(entre elas a obrigação de cada relato ser feito com o verbo no
tempo presente), as biografias apresentadas aliam, como informa
Fernando Correia da Silva, coordenador do projeto, "o rigor da informação
ao fascínio da intriga romanesca no presente do indicativo, tudo
é actual". Opção que não apenas dinamiza o texto, mas também reaproxima
o leitor de uma história que, em algum lugar de sua formação, se
perdeu.
Além de Fernando, há toda uma equipe de jornalistas e
escritores por trás do sítio, que recebe uma média de quatro mil visitas por dia, sendo 40%
delas saídas daqui do Brasil. Já contribuíram com biografias nomes como Alberto Dines e Ivana
Bentes, além do próprio Fernando, escrevendo sobre personagens tão diferentes quanto Machado
de Assis, Padre Antônio Vieira, Gláuber Rocha, Aleijadinho, Fernando Pessoa e Zumbi.
Futuramente os textos serão traduzidos para o inglês, divulgando não apenas os biografados, mas
principalmente a cultura que eles representam. "Não queremos da Internet apenas um barco para
irmos a navegar pelo mundo", diz a apresentação do Vidas Lusófonas. "Também queremos que
o mundo comece a navegar por este mar em cujas margens se fala português".
(Encaminhado
por Maria Teresa Sousa,
Rio de Janeiro - RJ)
Prestem
atenção nessa interessante pesquisa
de um professor do CEFET no Rio:
Um
sinal de transito muda de estado em média a cada 30 segundos
(30
segundos no vermelho e trinta no verde), então a cada minuto
um mendigo tem
30 segundos para faturar pelo menos R$ 0,10 o que numa hora dará
60 x 0,10
= R$ 6; se ele trabalhar 8 horas por dia, 25 dias por mês, num mês
terá faturado 25 x 8 x 6 = R$ 1.200,00.
Será que isso é uma conta maluca? Bom, 6 Reais por hora
é uma conta bastante razoável para quem está no
sinal, uma vez
que quem doa nunca dá somente 10 centavos e sim 20, 50 e às
vezes até 1
Real, mas tudo bem. Se ele faturar a metade, 3 Reais, por hora, terá
R$600,00 no
final do mês. Que é uma salário de um professor
substituto graduado do CEFET
com carga de 40 horas semanais, ou 8 horas por dia. Mas tudo isso é
teoria, vamos ao mundo real.
De posse destes
dados fui
entrevistar uma mulher que pede esmolas, a qual sempre vejo trocar seus rendimentos
na Panetiere (padaria em frente ao CEFET).
Então lhe perguntei quanto ele faturava por dia. Imaginem o
que ela respondeu? O que foi? Será? É isso mesmo,
de 20 a 25 reais em média o que dá 25 (dias por mês)
x 20 = 500 ou 25 x 25 = 625, então na média R$562,50
e ela disse que não mendiga 8 horas por dia.
Moral da História: É melhor ser mendigo do que professor
substituto.
Professor é sinônimo de Mendigo. Se esforce como mendigo
e ganhe mais do que um professor. Estude a vida toda e peça
esmolas é mais fácil e melhor que arrumar emprego.
Assinado,
Professor Substituto Revoltado
PS: Você tem R$ 0,10 para me dar?
Cachorro
de advogado
(Encaminhado
por Antônio Irandes, Rio de Janeiro - RJ)
Quatro homens estavam discutindo quem tinha o cachorro mais esperto.
Um Engenheiro, um Contador, um Químico e um Advogado.
Pra se exibir, o engenheiro chama a sua cadelinha:
"Régua T, faça aquilo!"
Prontamente, a cadela sobe numa mesa, pega papel, caneta e desenha um
círculo, um quadrado e um triângulo. Todos, assustados,concordaram
que era uma cadela bem esperta...
Mas o Contador disse que o seu fazia melhor...
Chamou sua cadelinha e disse:
"Planilha, vai fundo!"
A cadela entrou na cozinha e de lá saiu com 12 biscoitos, os
quais dividiu em 3 pilhas de 4. Ainda mais assustados, todos concordaram
que aquilo era surpreendente...
Mas o químico disse que a sua era melhor...
"Molécula, vai lá!"
A cadela levantou-se, abriu a geladeira, pegou um litro de leite, um copo
de 300ml colocou exatamente 200ml de leite nele sem derramar uma gota sequer.
Silêncio... Todo mundo ficou abismado...
Num instante, alguém virou para o Advogado e disse:
"E o seu cachorro, o que faz?"
"Processo, sua vez!"
Processo pulou do seu canto, comeu os biscoitos, tomou o leite, fez uma
baita sujeira no papel desenhado, engravidou as 3 cadelas, alegou que havia
trabalhado muito e que tinha direito ao adicional de horas extras, que os
filhotes que iriam nascer não eram dele, cobrou 20% que lhe são
de direito, e por fim protocolou uma petição requerendo do
dono dos outros cachorros indenização por danos morais e pessoais
(ou animais).
Até que ponto chegam as propagandas
A imagem abaixo nos foi enviada pela leitora Débora Coimbra, de Porto Alegre - RS, e dispensa
comentário. Só não entendemos o que Débora quis dizer com o "É a pura verdade", que ela
acrescentou à mensagem. Mas estamos tentando.