Jason Vai Para o Inferno A Última Sexta-Feira
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Jason Goes to Hell - The Final Friday,
EUA, 1993.
Com JOHN D. LeMAY, KARI KEEGAN, ALLISON SMITH, STEVEN CULP,
STEVEN WILLIAMS, ERIN GRAY, KANE HODDER, BILLY GREEN BUSH, RUSTY SCHWIMMER, LESLIE JORDAN,
ANDREW BLOCH, KIPP MARCUS, RICHARD GANT, ADAM CRANNER, JULIE MICHAELS.
Fotografia: WILLIAM DILL.
Desenho de produção: W. BROOKE WHEELER.
Montagem: DAVID HANDMAN.
Música: HARRY MANFREDINI.
História: JAY HUGUELY e ADAM MARCUS.
Roteiro: DEAN LOREY e JAY HUGUELY.
Produção: SEAN S. CUNNINGHAM.
Direção: ADAM MARCUS.
Estréia no RJ:
Sinopse e comentário.
Horror vagabundo, nono episódio da série iniciada com Sexta-Feira
13. Após ser despedaçado numa explosão durante um cerco do FBI, as sobras do corpo do
assassino mascarado Jason Voorhees vão parar na mesa de autópsia. Durante o exame, o legista
surpreende-se em ver ainda batendo o coração da "vítima" , e termina sendo possuído pelo
espírito do assassino. Agora habitando um novo corpo, Jason segue para Crystal Lake, sua terra
natal, deixando um rastro de mortes e procurando sua irmã Diana, pois só através de um membro
da família ele poderá renascer por completo, sem precisar de corpos alheios. Garçonete no bar
local, Diana é informada da presença de Jason por Creighton Duke, caçador de recompensas que
parece ser o único a saber como destruir o assassino. No entanto, ninguém lhe dá ouvidos, até
que, passando de um corpo a outro, Jason chega à cidade, colocando em perigo não apenas a vida
de Diana, mas também de sua filha Stephany, e do bebê desta.
Virou festa. Se a continuidade da série já não era muito respeitada, com
esse filme ela parece ter ido para o inferno junto com o protagonista (aliás, um caso em que o
título já conta o final do filme). Pouco importa se no episódio anterior a maldição de
Jason tenha acabado, e o monstro voltado a ser uma criança. Aqui ele reaparece sem qualquer
explicação, ganha novos parentes, nova mitologia (que chega até a lembrar o "concorrente"
Michael Myers, da série Halloween) e ainda recebe uma rápida visita do "colega" Freddy
Krueger (no único bom momento do filme). Repetindo as cenas de nudez e de chuveiro, o presente
exemplar aumentou as doses de mau gosto (gente derretendo, uma cobrinha que passa de boca em
boca, muita nojeira) e de pretensão. O filme parece não acabar nunca, com seqüências
intermináveis e injustificáveis, onde o óbvio se repete cena após cena e o ridículo chega
algumas vezes a lembrar os desenhos do Scubidu. Resta saber o que eles vão inventar depois
dessa, pois está na cara que o subtítulo é mais uma mentira descarada.
(M.L.)
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