(por ela mesma)
Maria do Carmo Ferreira (Carminha) é sagitariana do último dia (21 de dezembro),
solteira por opção e cataguasense por etimologia (boa gente/gente boa). Pensava que o
universo era a cidade que amava e o quintal do Largo do Rosário, em Cataguases, na zona
da mata mineira, o seu planeta. Até que conheceu Maurício Carneiro, na praça Santa Rita,
aos 14 anos, e se tornou poeta por excesso. Mas teve de se mudar com a família para Belo
Horizonte, onde estudou mais, lecionou em todos os níveis, adoeceu para morrer, foi salva
pelo gongo. Hoje, aos 62, com 3/4 da vida e da obra ainda inéditas, está para lançar o seu
primeiro e último livro de poemas: CAVE CARMEN: cuidado com a poeta! Cuidado com a poesia!...
Poemas de Maria do Carmo Ferreira
Emergências
A um medalhão da cirurgia
Estado Residual da Dor
Desafio
Tempo Verbal
Erga Omnes
De uma corrente trifásica em meu pescoço
Cognominato
Desdobramento do Nojo
As Lesbianinhas
Comum de dois
A Crise da Palavra
W.C.
De fãs afãs a fanatismos literários
Auto-retrato
As Parcas
Às Margens Plácidas
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