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Sexta-Feira 13
3ª Parte


Friday the 13th - Part 3,
EUA, 1982.


Com DANA KIMMELL, PAUL KRATKA, RICHARD BROOKER, NICK SAVAGE, RACHEL HOWARD, DAVID KATIMS, LARRY ZERNER, TRACIE SAVAGE, JEFFREY ROGERS, CATHERINE PARKS, KEVIN O’BRIEN, GLORIA CHARLES.

Música: HARRY MANFREDINI. Produtor associado: PETER SCHINDLER. Fotografia: GERALD FEIL. Montagem: GEORGE HIVELY. Roteiro: MARTIN KITROSSER, CAROL WATSON. Baseado em personagens de VICTOR MILLER, JOHN KURT. Produção executiva: LISA BARSAMIAN. Produção: FRANK MANCUSO JR. Direção: STEVE MINER.

Estréia no RJ:













Sinopse e comentário.



    Horror. Dois anos após o último massacre na região de Crystal Lake, a jovem Chris Higgins, que sobrevivera à ação do assassino Jason junto com o namorado Rick, retorna ao local com um grupo de amigos. Ainda traumatizada, Chris tem a impressão de estar vendo coisas, principalmente ao deparar com a investigação da polícia sobre um casal brutalmente assassinado. Enquanto seus amigos se divertem e o gordinho Shelley mete-se em encrencas com um bando de motoqueiros malfeitores, Chris reencontra-se com Rick, que procura confortá-la de seus medos sem saber que Jason na verdade não morrera no último encontro e, escondido no celeiro, bem perto deles, espera para iniciar um novo massacre.


    Se nesse terceiro filme a série já dá sinais de exaustão, é de se imaginar o que não viria depois. Aqui tentou-se usar os efeitos especiais, em moda na época, de terceira dimensão, e toda hora tem alguém jogando alguma coisa na direção da câmera, ou algum bicho tentando dar um susto no espectador desavisado. O porém é que é tudo tão mal elaborado, tão óbvio e incoerente que por pouco o filme não provoca gargalhadas. Infelizmente, nem isso consegue. Aqui Jason, trocando o capuz do filme anterior pela máscara de hóquei que se tornaria sua marca registrada, espreme a cabeça de um sujeito até o olho pular da órbita, utiliza-se de facões, tridentes e armas de dardos e vai matando sem a menor cerimônia ou surpresa. As pessoas morrem e pronto, e a indiferença com os personagens é tanta que o roteirista não se preocupou nem em verificar os nomes dos sobreviventes da chacina anterior. Mas a seqüência mais ridícula, fora a obrigatória cena do chuveiro para "homenagear" Alfred Hitchcock (o que ele certamente dispensaria envergonhado), é a da mulher correndo pela casa, subindo e descendo escadas depois de encontrar o namorado morto, num desempenho ruim de doer. Tivesse o filme mais momentos como esse, e seria diversão garantida para quem aprecia o grotesco. (M.L.)




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